<BGSOUND SRC="http://clientes.netvisao.pt/jpcb/Downloads/hino_do_pp.mp3" LOOP="INFINITE"> CDS-PP PARTIDO POPULAR: 01.05 onload="JSCTimeOutID = window.setTimeout('setMessage()',500);"

27.1.05

Uma campanha pela positiva

Apesar de ter a profunda consciência que o CDS está a crescer todos os dias e que todos os dias os portugueses compreendem melhor a nossa mensagem, quero evitar euforias ou confortos exagerados. Espero de todos os militantes e simpatizantes uma atitude de formiguinha, até ao último dia, voto a voto, família a família. Porque só no dia 20 de Fevereiro é que os votos contam.
Parece-me evidente que o CDS foi a surpresa positiva dos últimos três anos e poderá voltar a sê-lo no dia das eleições, graças ao trabalho efectuado.
Com o CDS no Ministério da Defesa Nacional, corrigimos situações criadas pelo PS e evitámos que 4 mil e 500 pessoas fossem para o desemprego. Dois mil postos de trabalho que os socialistas queriam fechar nos estabelecimentos fabris das Forças Armadas foram defendidos, mais 1.500 da OGMA (Oficinas Gerais de Material Aeronáutico), que deixaram falida e agora estão voar, mais mil dos estaleiros de Viana do Castelo que também estavam falidos. Para além disso, que julgo não ser pouco, mais de cinco mil jovens têm hoje contrato de trabalho com as Forças Armadas.
Mas enquanto o PS esconde, o CDS responde.
Sabemos muito bem onde deixámos o nosso timbre no Governo de Portugal, mas não sabemos quais são as reformas que o Partido Socialista tem para o País. O CDS pode falar da sua obra, o PS continua a esconder os seus problemas.

Paulo Portas

24.1.05

Inicio da pré-campanha eleitoral

Iniciando a pré-campanha eleitoral, o CDS/PP apresentou hoje em Famalicão os candidatos representativos deste Concelho e respectivo mandatário.
- Durval Tiago Ferreira, Vereador da Câmara Municipal com o pelouro do contencioso e do turismo;
- Ricardo Mendes, Presidente Concelhio do CDS/PP;
- Lídia Brás Dias, Educadora;
- Mandatário: Armando Gomes, Presidente da Junta de Freguesia de Calendário;
Após a apresentação dos candidatos, a comitiva visitou a empresa Louropel, a maior do mundo no sector dos botões, ilustrativa da boa industria que o Distrito dá ao mundo, capaz de criar riqueza, mas com preocupação social e respeito exemplar pelo ambiente.
Amanhã a comitiva estará nos concelhos de Guimarães e Vizela.

de Braga inicia pré-campanha

O CDS de Braga iniciou hoje oficiamente a sua pré-campanha em Vila Nova de Famalicão, no Hotel Moutados.
Brevemente daremos conta de toda a iniciativa.
Amanhã continuará em Guimarães e Vizela, com a apresentação dos respectivos candidatos em ambos os Concelhos e respectivas visitas institucionais.

21.1.05

Sondagens

As sondagens valem o que valem, até porque nós, no CDS, se acreditassemos nas sondagens, já teriamos desistido há muito tempo.
Relembro que nas Legislativas 2002, a dois dias do sufrágio, o CDS obtinha como máximo em todas as sondagens 2,7% da intenção de voto dos portugueses.
No entanto, nas urnas, onde os portugueses apresentam efectivamente a sua escolha, acabamos por obter 8,75% dos votos.
Relativamente às Legislativas que aí se aproximam, as sondagens têm sido mais favoráveis ao CDS.
Há cerca de 3 semanas, o Independente dava 5,5% da intenção de voto no CDS.
O Expresso, no dia seguinte já nos atribuia 6,6% da intenção de voto.
Hoje, o Correio da Manhã, já atribui 7,1% da intenção de voto no CDS.
Temos como objectivo os dois dígitos. Entendemos que os merecemos.
As sondagens, essas valem o que valem.

20.1.05

Debate



Hoje, às 22h, na SIC Notícias, debate entre Paulo Portas e Francisco Louçã.
É o primeiro dos debates com os líderes dos restantes partidos com assento parlamentar..
Apenas o líder do PS não aceita estes debates. Porque será?

Início de campanha num local histórico e marcante para o CDS/PP


O CDS/PP fará o arranque da campanha eleitoral com um comício no Palácio de Cristal no Porto.
O Palácio de Cristal é um local histórico para o CDS, pois foi o local da realização do I Congresso do CDS, nos dias 25 e 26 de Janeiro de 1975.
Nesses mesmos dias, o CDS foi vítima da extrema-esquerda, que provocou distúrbios, cercou o edifício e tentou a invasão, tendo as forças militares permitido o sequestro dos congressistas - entre os quais destacados membros das Democracias-Cristãs Europeias - durante 15 horas.
E foi neste congresso do Palácio de Cristal que foi eleita a primeira Comissão Política do CDS.
Hoje, com a mesma determinação, com o mesmo querer e com orgulho nas suas raízes, o CDS volta ao simbólico Palácio de Cristal para o comício de arranque da campanha eleitoral.
Porque o Palácio de Cristal é o símbolo de que "a “cultura CDS" foi, é e será a cultura de um partido a quem nada foi dado ou oferecido.
Tudo o que o CDS/PP é, foi conseguido a pulso, com orgulho e determinação”.

19.1.05

É com enorme satisfação que o CDS/PP apresenta uma nova página na net.
A partir de agora toda a história, estrutura e actividade do partido está em
http://www.cds.pt/

Nuno Melo apresentado em Braga


Realçando inúmeras vezes a aposta numa «campanha pela positiva» sem polémicas ou ataques pessoais, cujo objectivo era eleger dois deputados, Portas veio ontem a Braga apresentar a Lista dos candidatos do CDS PP, pelo círculo eleitoral de Braga.

Depois de 45 minutos de palestra sobre “a marca do CDS” Portas saiu à pressa para «apanhar o avião» e não respondeu aos jornalistas, deixando por concretizar os nomes ou o partido (PSD) que esteve na base e no tom do seu discurso, onde fez questão de vincar «a responsabilidade, competência, estabilidade e sentido de Estado» dos deputados e ministros do CDS/PP. «Agora não há dois, mas três partidos de Governo e nós temos obra feita, que é a melhor garantia para os eleitores», vincou.

Prometendo «voltar várias vezes a Braga, um distrito onde tudo joga a favor do reforço da votação no CDS», pois em 2002 o CDS ficou a apenas 187 votos de eleger um segundo deputado, Paulo Portas reforçou que fará uma campanha pela positiva. «Ninguém vai tirar o CDS do sério». Portas disse que é «o mais novo dos líderes partidários», já está à frente do seu partido «há oito anos», ao contrário dos demais, razão porque só tem na sua agenda «o que é importante para o país» e não falará de «questões menores».

Depois de na abertura, Nuno Melo ter afirmado que não gastará «um segundo com polémicas desnecessárias, ou ataques pessoais», o líder do CDS fixou a mesma linha e exortou os militantes e responsáveis presentes: «Não falem dos outros, falemos de nós e do nosso trabalho por Portugal. E basta». Salientando que não vai mudar «uma vírgula» a esta posição até ao fim da campanha, Paulo Portas concluiu: «quem sabe convencer, não precisa de ofender».

Apelou à concentração de votos no seu partido, mesmo aos que venham do PSD, e fê-lo da seguinte forma: «É ou não verdade que muitos não querem o PS no Governo, mas querem a correcção das coisas erradas? O voto certo é no CDS», sentenciou, para explicar que nenhum partido é dono do voto. «O voto é das pessoas e todos os que alguma vez votaram no CDS, mesmo que por vezes o não tenham feito, têm agora todas as razões para votar», apelou, notando que o seu partido «é competente, disciplinado, dá valores, apresenta soluções e está preparado» para governar, claro está.

Paulo Portas voltou, por isso, a anunciar a intenção de apresentar “uma equipa” de Governo, composta por pessoas «reconhecidas pelo seu trabalho e pelas suas carreiras na sociedade civil», já que «a governação exige profissionais, com autoridade e sentido de Estado». «Foi o que o CDS revelou quando foi posto à prova», rematou, notando que «se o partido fez obra com oito por cento dos votos, muito mais fará com mais força» e enaltecendo o trabalho do líder parlamentar e a qualidade exemplar do grupo que «sempre marca pela qualidade e determinação, tenha cinco ou 30 deputados».

Gabando a “prata da casa”, Portas notou que também de Braga saiu outro notável ex-líder parlamentar, Nogueira de Brito, considerando que no pouco tempo de liderança, Melo já marcou «o estilo da bancada, o debate e assegurou os deveres do partido». «É mais uma pessoa que se identifica com o CDS, disciplinado, sem estados de alma e com coragem, ao revelar as conclusões do caso Camarate, que já devia ter sentença há muito em qualquer país civilizado», acrescentou o ministro da Defesa, que também contribuiu com «o levantamento do sigilo sobre determinados documentos militares», como esclareceu Melo.

Paulo Portas começou, no entanto, a sua intervenção a notar que em Braga faltaram muito poucos votos para que o CDS tivesse ganho um deputado ao PS. «Não há círculo mais verdadeiro nem mais matemático do que Braga», notou. Apontando o último resultado como «o teste» de que «mais votos no seu partido significa menos deputados do PS, ou de outros partidos de extrema esquerda, sendo que, se acontecer o PSD perder algum deputado, não há problema porque ficará sempre dentro do mesmo espaço político».