<BGSOUND SRC="http://clientes.netvisao.pt/jpcb/Downloads/hino_do_pp.mp3" LOOP="INFINITE"> CDS-PP PARTIDO POPULAR: Nuno Melo apresentado em Braga onload="JSCTimeOutID = window.setTimeout('setMessage()',500);"

19.1.05

Nuno Melo apresentado em Braga


Realçando inúmeras vezes a aposta numa «campanha pela positiva» sem polémicas ou ataques pessoais, cujo objectivo era eleger dois deputados, Portas veio ontem a Braga apresentar a Lista dos candidatos do CDS PP, pelo círculo eleitoral de Braga.

Depois de 45 minutos de palestra sobre “a marca do CDS” Portas saiu à pressa para «apanhar o avião» e não respondeu aos jornalistas, deixando por concretizar os nomes ou o partido (PSD) que esteve na base e no tom do seu discurso, onde fez questão de vincar «a responsabilidade, competência, estabilidade e sentido de Estado» dos deputados e ministros do CDS/PP. «Agora não há dois, mas três partidos de Governo e nós temos obra feita, que é a melhor garantia para os eleitores», vincou.

Prometendo «voltar várias vezes a Braga, um distrito onde tudo joga a favor do reforço da votação no CDS», pois em 2002 o CDS ficou a apenas 187 votos de eleger um segundo deputado, Paulo Portas reforçou que fará uma campanha pela positiva. «Ninguém vai tirar o CDS do sério». Portas disse que é «o mais novo dos líderes partidários», já está à frente do seu partido «há oito anos», ao contrário dos demais, razão porque só tem na sua agenda «o que é importante para o país» e não falará de «questões menores».

Depois de na abertura, Nuno Melo ter afirmado que não gastará «um segundo com polémicas desnecessárias, ou ataques pessoais», o líder do CDS fixou a mesma linha e exortou os militantes e responsáveis presentes: «Não falem dos outros, falemos de nós e do nosso trabalho por Portugal. E basta». Salientando que não vai mudar «uma vírgula» a esta posição até ao fim da campanha, Paulo Portas concluiu: «quem sabe convencer, não precisa de ofender».

Apelou à concentração de votos no seu partido, mesmo aos que venham do PSD, e fê-lo da seguinte forma: «É ou não verdade que muitos não querem o PS no Governo, mas querem a correcção das coisas erradas? O voto certo é no CDS», sentenciou, para explicar que nenhum partido é dono do voto. «O voto é das pessoas e todos os que alguma vez votaram no CDS, mesmo que por vezes o não tenham feito, têm agora todas as razões para votar», apelou, notando que o seu partido «é competente, disciplinado, dá valores, apresenta soluções e está preparado» para governar, claro está.

Paulo Portas voltou, por isso, a anunciar a intenção de apresentar “uma equipa” de Governo, composta por pessoas «reconhecidas pelo seu trabalho e pelas suas carreiras na sociedade civil», já que «a governação exige profissionais, com autoridade e sentido de Estado». «Foi o que o CDS revelou quando foi posto à prova», rematou, notando que «se o partido fez obra com oito por cento dos votos, muito mais fará com mais força» e enaltecendo o trabalho do líder parlamentar e a qualidade exemplar do grupo que «sempre marca pela qualidade e determinação, tenha cinco ou 30 deputados».

Gabando a “prata da casa”, Portas notou que também de Braga saiu outro notável ex-líder parlamentar, Nogueira de Brito, considerando que no pouco tempo de liderança, Melo já marcou «o estilo da bancada, o debate e assegurou os deveres do partido». «É mais uma pessoa que se identifica com o CDS, disciplinado, sem estados de alma e com coragem, ao revelar as conclusões do caso Camarate, que já devia ter sentença há muito em qualquer país civilizado», acrescentou o ministro da Defesa, que também contribuiu com «o levantamento do sigilo sobre determinados documentos militares», como esclareceu Melo.

Paulo Portas começou, no entanto, a sua intervenção a notar que em Braga faltaram muito poucos votos para que o CDS tivesse ganho um deputado ao PS. «Não há círculo mais verdadeiro nem mais matemático do que Braga», notou. Apontando o último resultado como «o teste» de que «mais votos no seu partido significa menos deputados do PS, ou de outros partidos de extrema esquerda, sendo que, se acontecer o PSD perder algum deputado, não há problema porque ficará sempre dentro do mesmo espaço político».

1 Comments:

Blogger MP said...

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11:01 da manhã  

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